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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Emagrecer com Berinjela e Limão

Já viu essa receita? Dá uma olhada ai e emagreça com saúde em pouco tempo!!!


Vale a pena tentar não acha? Até a próxima :)

segunda-feira, 6 de maio de 2013


Elas estão ocultas na consistência crocante de uma cenoura e no sabor levemente adocicado de uma maçã. Na soja e na lentilha, aparecem aos montes. E ainda emprestam suas qualidades ao arroz integral, à aveia, à linhaça e às folhas. Diferentemente de micronutrientes como a vitamina C, que dá aos alimentos um toque cítrico, as fibras não alteram o sabor da comida — interferem muito mais na textura.

Você certamente já ouviu falar dos seus benefícios, especialmente para o bom funcionamento do intestino. Agora a ciência acaba de revelar outro megafavor que as fibras prestam à nossa saúde: ajudam a esvaziar pneus do abdômen.



"Quanto maior o consumo de fibras, menor o acúmulo de gordura visceral, que fica entre o intestino e outros órgãos abdominais", garante Jaimie Davis, professora do Departamento de Medicina Preventiva na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. A constatação vem de um estudo que ela acaba de apresentar na China, no I Congresso Internacional de Obesidade Abdominal.
Já Huaidong Du, cientista do Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente, na Holanda, fez outro trabalho que confirma a relação entre as fibras e a circunferência abdominal.

"Consumir mais de 10 gramas por dia durante um ano reduz um pouco menos de 1 centímetro de barriga", conta. Essas são duas novíssimas evidências do elo entre o consumo de fibras e a eliminação do tecido adiposo — tanto aquele escondido entre os órgãos como o que impede que o botão da calça se feche.

Para desvendar o complexo mecanismo por trás da redução da barriga, no entanto, é preciso entender todas as benfeitorias que elas realizam corpo adentro. A partir de agora, você abocanhará uma cenoura ou uma maçã com muito mais satisfação.

Acompanhe o raciocínio da nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo: "Pessoas que consomem mais alimentos ricos em fibras tendem a ingerir menos gorduras e calorias, o que leva a um controle do peso e, consequentemente, à redução da circunferência abdominal". Mas a explicação — que provavelmente você já ouviu antes — não é a única para justificar o fato de elas murcharem os pneus.



"As fibras formam uma goma em contato com água e tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar seja absorvido de maneira gradual", acrescenta a nutricionista Giane Sprada Mira, da Universidade Federal do Paraná, entregando uma chave importante para o enigma. E por que isso é bom? Ora, se não fosse assim, o organismo produziria mais insulina, o hormônio que coloca a glicose dentro das células. E, em excesso, ele favorece o estoque de gordura na região do abdômen — sem falar que libera o caminho para que o diabete se instale.

Da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, vem a prova de que a versão solúvel é capaz, também, de melhorar o sistema imunológico. "As fibras solúveis transformam células de defesa pró-inflamatórias em anti-inflamatórias", detalha Gregory Freund, professor de patologia da instituição.

Há quem atribua essa ação a um tipo específico delas, as chamadas de prebióticas — como a inulina e os fruto-oligossacarídeos. "Elas estimulam o crescimento de bactérias benéficas na flora intestinal e bloqueiam a atividade dos micro-organismos danosos", afirma Eline Soriano, da Associação Brasileira de Nutrologia.

Fonte: Saúde Abril

Benefícios do ômega 3


Os benefícios de suplementar a nutrição diária com ômega 3 têm sido exaltados todo mundo já sabe, pois têm sido insistentemente divulgados pela imprensa e alardeados pelos médicos. A ingestão de doses elevadas deste ácido graxo é indicada para reduzir depressão, melhorar a parte cardiovascular e prevenir coronariopatias. Além disso sugere-se que ele induz a longevidade e que, se usado por grávidas ele teria efeito benéfico no futuro quociente de inteligência da criança em gestação.

Diante de tantas promessas, a indústria da alimentação resolveu colocar ômega-3 em vários produtos nutricionais, como em bebidas, sucos, margarina, enfim, em vários produtos comumente consumidos pela população. Mas isto seria correto? Existe algo de verdade nutricional em “enriquecer” alimentos com  ômega 3?


As dúvidas procedem, pois nem todos os ômega 3” são iguais. O “bom” ômega 3 é o de cadeia longa (ácidos graxos de cadeia longa) que provem de peixes de águas profundas (salmão, atum, bacalhau, albacora, cação). Os ômega 3 menos adequados, com poucos benefícios para a saúde, são os ácidos graxos de cadeia curta – aqueles de conformação quimicamente menores encontrados em óleos extraídos de soja, de gira-sol, de milho. Este minúsculo ômega 3 também está presente em alguns vegetais “verdes” como o brócoli, rúcula, couve, espinafre.

Como este ômega 3 diminutivo é muito mais barato que aquele proveniente dos peixes de águas profundas, os fabricantes o usam como chamariz, mas não esclarecem que ácido graxo é o pequeno, o de cadeia curta, de dúbias qualidades nutricionais.

Outro ponto importante é aquele levantado pelos estudiosos dos ácidos graxos. Os produtos alimentícios que contém ômega 3 de cadeia curta (óleos de soja, milho gira-sol, azeite de oliva), também contêm apreciável quantidade do ácido graxo chamado de ômega 6.

O ômega 6 também é encontrado em óleos comestíveis e amplamente usados na alimentação usual, em contraposição ao uso de manteiga, gordura animal e gordura de coco, consideradas como pouco saudáveis. O problema é que os óleos que usamos todos os dias possuem em sua composição tanto o ômega 3, como ômega 6, em proporção variável. Os dois ácidos graxos competem entre si, no metabolismo interno do nosso corpo, pelos mesmos locais que supostamente exerceriam efeitos benéficos. Em outras palavras, o ômega 6 é competidor do ômega 3 e anularia os efeitos benéficos deste ácido graxo no nosso organismo.

No mercado de suplementos nutricionais e na internet existe enorme oferta de cápsulas de ômega 3 sem especificar a é da cadeia longa ou curta. O pobre consumidor não saberá jamais se está ingerindo gato por lebre, pois os rótulos são enganadores. Para contornar esta situação a indústria farmacêutica lançou cápsulas de 500mg de puro ômega 3 de cadeia longa, sem presença de ômega 6 (potencial competidor).

Este produto que, em farmácias americanas, somente é vendido sob receita médica é, sem dúvida, o melhor que se pode utilizar, pois tem o selo de garantia da indústria que o manufatura. Muito recentemente a revista Nature publicou artigo científico indicando porque o ômega 3 de cadeia longa é tão benéfico à saúde. O nosso organismo ao receber o ômega 3, através de absorção intestinal, converte este ácido graxo em um produto químico chamado RESOLVIN D2.

Este produto reduz a inflamação associada com os processos arterioscleróticos, a inflamação das artrites e inflamações articulares, melhorando a expectativa de vida (e com melhor qualidade). Não há, nesta transformação alterações do sistema imunitário. Este trabalho veio confirmar que realmente o ômega 3 (o bom, o de cadeia longa) é muito benéfico à saúde e recomendado como suplemento nutricional diário.

Fonte: Veja Abril

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Comer um ovo por dia não faz mal para o coração


A gema do ovo é rica em colesterol, mas uma nova análise acrescenta uma evidência de que ela não é o pecado alimentar que se pensava anteriormente. A análise sugere que, para a maioria das pessoas, comer um ovo por dia não faz mal para o coração.


Ovo faz mal a saúde?

Os pesquisadores revisaram oito estudos com 263.938 indivíduos e reuniram os dados para análise. Eles não encontraram nenhuma evidência de que comer até um ovo por dia aumente o risco de doença cardíaca ou derrame. Os resultados foram os mesmos para homens e mulheres de todas as faixas etárias.

Os diabéticos foram a única exceção. Para eles, o consumo elevado de ovos foi associado a um aumento do risco de doenças cardíacas e a um risco reduzido de acidente vascular cerebral hemorrágico. Porém, poucos indivíduos eram diabéticos nos estudos para que conclusões confiáveis fossem tiradas.

Você sabia que é preciso lavar os ovos? Veja essa e outras dicas para evitar a salmonela
Os autores, que escreveram este mês no periódico BMJ, reconhecem que informações autorrelatadas sobre consumo de alimentos nem sempre são confiáveis e que a maioria dos estudos não tinha informações sobre os métodos de cozimento, o que pode ter afetado os resultados.

Um coautor do estudo, Dr. Frank B. Hu, professor de nutrição e epidemiologia na Universidade de Harvard, disse que comer dois, três ou mais ovos por dia pode ser prejudicial, em teoria, embora não haja dados sobre isso.

Fonte: UOL

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Envelhecer com saúde


Você já parou para pensar sobre como quer envelhecer? Pois é bom começar. Uma alimentação balanceada aliada à prática regular de atividades físicas retardam o aparecimento de doenças, prolongam a expectativa de vida e colaboram para chegar à melhor idade com muita vitalidade e disposição.

Para estimular hábitos de vida saudáveis, o Ministério da Saúde, por meio do programa Academia da Saúde, criou espaços públicos para a prática de exercícios físicos com orientação profissional gratuita. Alexandre Rosa, consultor técnico da Academia da Saúde, explica que as atividades propostas nas unidades estão disponíveis para todas as idades. “A ideia na Academia da Saúde é da intergeracionalidade. Ou seja, acreditamos que o idoso tem um papel importante para a saúde, no que diz respeito ao cuidado com o outro e à saúde coletiva. Por isso, o melhor é misturar várias faixas etárias como estratégia para estimular todos a praticarem exercícios”, ressalta o consultor.
O objetivo é estimular a promoção da saúde, bem como a prevenção e a redução de mortes prematuras porDoenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). Previstas no Plano de Ações Estratégicas para Enfrentamento das DCNTs, as medidas têm como meta melhorar indicadores relacionados ao tabagismo, álcool, alimentação inadequada, sedentarismo e obesidade até 2022.

Quais atividades físicas praticar?

Mas quais atividades físicas eu posso praticar na terceira idade? Antes de decidir qual melhor exercício é preciso consultar o médico para saber se não há algum impedimento clínico que limite a prática de alguma atividade. Porém, não há motivos para ficar parado. Você pode começar praticando uma simples caminhada. “É fundamental a prática de atividades físicas. Está comprovado: ela melhora a memória, além de toda parte física e emocional. Tudo fica melhor com atividade física!”, destaca a geriatra do Hospital Nossa Senhora Conceição, do Grupo Hospitalar Conceição, vinculado ao Ministério da Saúde, Fátima Luz da Rosa.
A médica também lembra a necessidade de acrescentar o alongamento para evitar lesões. “O importante é que se mantenha a regularidade da atividade e sempre se faça o alongamento. Muitos pacientes sofrem lesões por não terem se alongado.”, diz Fátima. Na academia, além da ginástica e dos exercícios aeróbios (como caminhada, corrida), os aparelhos disponíveis trabalham com a resistência do próprio corpo. No caso dos idosos, isso melhora a força, o equilíbrio e a percepção do próprio corpo.
Envelhecer saudável - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (04) que o número de internações dos idosos participantes de programas de envelhecimento saudável diminuiu em 70%. A queda da porcentagem é um dos resultados do Programa para Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doença (Promoprev), que completou um ano.
O Promoprev incentiva as operadoras a oferecer serviços voltados para promoção de qualidade de vida. O balanço de um ano do programa trouxe outros importantes resultados: a redução de 67% de fumantes e, em apenas oito meses, a diminuição do peso corporal em 62% dos inscritos.
Curiosidades - De acordo com o relatório “Envelhecimento no Século XXI: Celebração e Desafio”, da Organização das Nações Unidas (ONU), uma em cada nove pessoas do mundo tem 60 anos ou mais, e a expectativa é de que nos próximos dez anos sejam contabilizados um bilhão de idosos no planeta.
No Brasil, atualmente existem 23,5 milhões de idosos e nas últimas três décadas a expectativa de vida do brasileiro passou de 62 para 73 anos.